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DECENARIO DE «CARMINA» (II). DONDE CANTAR ANDALUCÍA EN LUSITANO. Acto de presentación de la revista «CARMINA» TEXTOS PARA UNA LECTURA Nº 3 (Hacienda de los Ángeles Viejos de Alcalá de Guadaíra (23 de noviembre de 2007)

 
 
 

 
 
 

 
 
 

LA ADORACIÓN DE LOS REYES MAGOS DE VICENTE DO REGO MONTEIRO (1899-1970). Con «Poema a los Reyes Magos» de Lauro Gandul Verdún

 
 
 

Reyes Magos. Vicente Do Rego Monteiro 1925

La adoración de los Reyes Magos
Vicente do Rego Monteiro
(1899-1970)

 
 
 

[PINCHE EN LA IMAGEN PARA LEER EL POEMA]

 
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LA ADORACIÓN DE LOS MAGOS. Mateo 2, 1-12
 
 
 

CURITIBA, CON HOMENAJE A NIEMEYER (1907-2012). Fotografías de Lauro Gandul Verdún

Curitiba 2006 1 LGV

Curitiba 2006 2 LGV

 

Curitiba 2006 4 LGV

 

Curitiba 2006 3 LGVHomenaje a Oscar Niemeyer

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PAULO LEMINSKI CANTA A LA ‘PEDREIRA’ DE CURITIBA. Edición del poema con fotografías de Lauro Gandul Verdún. Curitiba, Paraná, Brasil (2006)

MÁS MIRADAS. Fotografías de Lauro Gandul Verdún (Paranavaí, 2005)

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MIRADAS. Fotografías de Lauro Gandul Verdún (Paranavaí, 2005)

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FOTOS DE FOTOS DE PARANAVAENSES. Por Lauro Gandul Verdún (Cementerio municipal de Paranavaí, 2006)

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FOTOS SOBRE FOTOS DE PORTUGUESES (CUADERNO DE CONDEIXA-”SERIE CARAS”). Lauro Gandul Verdún (2009)
SUPERVIVENCIA DE LAS CARAS MÁS ALLA DE LA MUERTE (CUADERNO DE CONDEIXA-Serie CARAS). Fotografías de Lauro Gandul Verdún (Silves y Condeixa a Velha, 2009)

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES (CAMINHANDO). Geraldo Vandré (1968)

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PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES (CAMINHANDO)

Geraldo Vandré

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção.
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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
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Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
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Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão
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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
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Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

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Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

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POR DESGRACIA… (*). Alberto González Cáceres (Alcalá, 1953-Monsaraz, 2009)
«OBSERVAD AL CIERVO: SABE». Anónimo del s. XXI encontrado en las escalinatas de las Setas de La Encarnación (Compilaciones de Rafael Rodríguez González —Sevilla 2012—)
EL BARCO (POEMA DE PABLO NERUDA). Por Rafael Rodríguez González

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EL RÍO COMO FRONTERA DE PARANÁ Y MATO GROSSO DEL SUR. Fotografías de Lauro Gandul Verdún (Brasil 1995)

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En la orilla paranaense

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En la matogrossense

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ANTONINA Y MORRETES. Fotografías de Lauro Gandul Verdún (Brasil 2006)

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Antonina
(bahía de Paranaguá)
Paraná
Brasil

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Morretes
(1)

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(2)

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(3)

«CLUBE LAMBARI» A LA ORILLA DEL RÍO PARANÁ. Fotografías de Lauro Gandul Verdún (Brasil 2006)

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